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TDAH adulto

Não é preguiça. Nunca foi.

Psicoterapia para adultos que receberam o diagnóstico de TDAH e precisam entender o que fazer com ele, sem transformar cada desafio em culpa.

Daniella Xavier rindo e fazendo óculos com as mãos, entre livros

Talvez a sua vida inteira tenha sido assim

  • Você sempre foi chamado de desorganizado, distraído ou relaxado.
  • Começou muita coisa e terminou pouca, e carrega culpa por isso.
  • Precisa de três vezes mais esforço que os outros para entregar o mesmo resultado, e ninguém vê esse esforço.
  • Recebeu o diagnóstico e sentiu alívio e luto ao mesmo tempo.
  • Agora tem um nome para o que sente, mas não sabe o que fazer com ele.

Diagnóstico não é ponto final. É ponto de partida.

Daniella Xavier sorrindo, com a cabeça apoiada numa pilha de livros

Eu também recebi esse diagnóstico

Receber o diagnóstico de TDAH não me definiu. Mas me norteou.

Ele me ajudou a compreender a minha história, a perceber meus limites, minhas potencialidades e, principalmente, a ser mais gentil comigo mesma.

Hoje eu consigo me observar com mais consciência, me acolher nos dias difíceis e recomeçar sem transformar cada desafio em culpa.

É desse lugar que eu escuto quem chega aqui com a mesma questão. Não como quem estudou o assunto de fora, e sim como quem atravessou.

Como funciona na prática

Entender como o TDAH aparece em você.

Não existe manual. Aparece de um jeito na sua rotina, outro nas suas relações, outro na forma como você se cobra.

Trabalhar a culpa acumulada.

Boa parte do sofrimento não vem do TDAH em si, e sim dos anos ouvindo que era falta de vontade.

Construir estratégias possíveis para a sua vida.

Não as que funcionam para outra pessoa.

Olhar para as potencialidades também.

Diagnóstico não é lista de defeitos.

O que eu faço e o que eu não faço

O que eu faço

Psicoterapia para adultos que já têm o diagnóstico de TDAH, com foco em autoconhecimento, manejo da rotina, relações e a relação consigo.

O que eu não faço

Não realizo avaliação neuropsicológica, não emito laudo e não faço diagnóstico. Se a sua demanda for essa, te oriento sobre o encaminhamento adequado.

Registro
CRP 02/16029
Graduação
Psicologia, UniFavip Wyden
Formação complementar
Mindfulness e análise de perfil comportamental
Atendimento
Adultos, em Caruaru e online

O que acontece na primeira conversa

Você fala, no seu tempo.

Não precisa chegar com o problema organizado nem saber explicar direito o que sente.

Eu escuto e faço perguntas.

Para entender o que te trouxe e o que você busca.

A gente decide junto.

Se fizer sentido para os dois lados, combinamos frequência, horário e valores antes de começar.

Sem compromisso de continuidade.

A primeira conversa serve para você me conhecer também.

Perguntas frequentes

Eu preciso já ter o diagnóstico para te procurar?

Para o trabalho de psicoterapia com foco em TDAH, sim. Se você ainda não tem o diagnóstico e suspeita, posso te orientar sobre o caminho da avaliação.

Você faz a avaliação e o laudo?

Não. Avaliação neuropsicológica e laudo são de profissionais com habilitação específica. Meu trabalho é a psicoterapia depois do diagnóstico.

Terapia substitui a medicação?

Não, e uma coisa não exclui a outra. A decisão sobre medicação é do médico que te acompanha. A psicoterapia trabalha outra dimensão: como isso aparece na sua vida e o que você faz com isso.

Faz diferença você também ter TDAH?

Para muita gente sim, porque não precisa explicar do zero o que está sentindo. Mas o trabalho é sobre você, não sobre mim.

Você passou tempo demais achando que o problema era falta de esforço.

Vamos conversar sobre o que realmente está acontecendo.