Não é preguiça. Nunca foi.
Psicoterapia para adultos que receberam o diagnóstico de TDAH e precisam entender o que fazer com ele, sem transformar cada desafio em culpa.

Talvez a sua vida inteira tenha sido assim
- Você sempre foi chamado de desorganizado, distraído ou relaxado.
- Começou muita coisa e terminou pouca, e carrega culpa por isso.
- Precisa de três vezes mais esforço que os outros para entregar o mesmo resultado, e ninguém vê esse esforço.
- Recebeu o diagnóstico e sentiu alívio e luto ao mesmo tempo.
- Agora tem um nome para o que sente, mas não sabe o que fazer com ele.
Diagnóstico não é ponto final. É ponto de partida.

Eu também recebi esse diagnóstico
Receber o diagnóstico de TDAH não me definiu. Mas me norteou.
Ele me ajudou a compreender a minha história, a perceber meus limites, minhas potencialidades e, principalmente, a ser mais gentil comigo mesma.
Hoje eu consigo me observar com mais consciência, me acolher nos dias difíceis e recomeçar sem transformar cada desafio em culpa.
É desse lugar que eu escuto quem chega aqui com a mesma questão. Não como quem estudou o assunto de fora, e sim como quem atravessou.
Como funciona na prática
Não existe manual. Aparece de um jeito na sua rotina, outro nas suas relações, outro na forma como você se cobra.
Boa parte do sofrimento não vem do TDAH em si, e sim dos anos ouvindo que era falta de vontade.
Não as que funcionam para outra pessoa.
Diagnóstico não é lista de defeitos.
O que eu faço e o que eu não faço
Psicoterapia para adultos que já têm o diagnóstico de TDAH, com foco em autoconhecimento, manejo da rotina, relações e a relação consigo.
Não realizo avaliação neuropsicológica, não emito laudo e não faço diagnóstico. Se a sua demanda for essa, te oriento sobre o encaminhamento adequado.
- Registro
- CRP 02/16029
- Graduação
- Psicologia, UniFavip Wyden
- Formação complementar
- Mindfulness e análise de perfil comportamental
- Atendimento
- Adultos, em Caruaru e online
O que acontece na primeira conversa
Não precisa chegar com o problema organizado nem saber explicar direito o que sente.
Para entender o que te trouxe e o que você busca.
Se fizer sentido para os dois lados, combinamos frequência, horário e valores antes de começar.
A primeira conversa serve para você me conhecer também.
Perguntas frequentes
Eu preciso já ter o diagnóstico para te procurar?
Para o trabalho de psicoterapia com foco em TDAH, sim. Se você ainda não tem o diagnóstico e suspeita, posso te orientar sobre o caminho da avaliação.
Você faz a avaliação e o laudo?
Não. Avaliação neuropsicológica e laudo são de profissionais com habilitação específica. Meu trabalho é a psicoterapia depois do diagnóstico.
Terapia substitui a medicação?
Não, e uma coisa não exclui a outra. A decisão sobre medicação é do médico que te acompanha. A psicoterapia trabalha outra dimensão: como isso aparece na sua vida e o que você faz com isso.
Faz diferença você também ter TDAH?
Para muita gente sim, porque não precisa explicar do zero o que está sentindo. Mas o trabalho é sobre você, não sobre mim.
Você passou tempo demais achando que o problema era falta de esforço.
Vamos conversar sobre o que realmente está acontecendo.
Eu mesma leio e respondo todos os contatos.
Sua questão não é sobre TDAH? Veja o caminho de autoconhecimento.
